
O ex-engenheiro de software do Google Linwei Ding foi sentenciado por um júri federalista em São Francisco nesta quinta-feira por roubar segredos comerciais de IA da gigante tecnológica norte-americana para beneficiar duas empresas chinesas para as quais trabalhava secretamente, informou o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) nesta quinta-feira.
Ding, um cidadão chinês de 38 anos, foi considerado culpado em seguida um julgamento de 11 dias por sete acusações de espionagem econômica e sete acusações de roubo de segredos comerciais por roubar milhares de páginas de informações confidenciais.
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Cada denúncia de espionagem econômica acarreta uma pena máxima de 15 anos de prisão e multa de US$5 milhões, enquanto cada denúncia de segredos comerciais acarreta uma pena máxima de 10 anos e multa de US$250.000.
Ding deve comparecer a uma audiência prévio em 3 de fevereiro, de convenção com o DOJ.
O legisperito de Ding, também publicado porquê Leon Ding, não respondeu imediatamente a um pedido de glosa.
Ding foi inicialmente indiciado em março de 2024 por quatro acusações de roubo de segredos comerciais. Uma denúncia substitutiva em fevereiro ampliou as acusações.
O caso de Ding foi coordenado por uma força-tarefa interagências chamada Disruptive Technology Strike Force, criada em 2023 pelo governo Biden.
Os promotores afirmaram que Ding roubou informações sobre a infraestrutura de hardware e a plataforma de software que permite que os centros de dados de supercomputação do Google treinem grandes modelos de IA.
Alguns dos projetos de chips supostamente roubados tinham porquê objetivo dar ao Google, de propriedade da Alphabet, uma vantagem sobre seus rivais de computação em nuvem Amazon.com e Microsoft, que projetam seus próprios chips, e reduzir a sujeição do Google dos chips da Nvidia.
Os promotores afirmaram que Ding ingressou no Google em maio de 2019 e começou seus roubos três anos depois, quando estava sendo cortejado para ingressar em uma empresa chinesa de tecnologia em estágio inicial.
O Google não foi criminado e afirmou ter cooperado com as autoridades policiais. A empresa não respondeu imediatamente a um pedido de glosa.
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