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Um juiz federalista dos Estados Unidos bloqueou temporariamente, na quarta-feira (28), a medida ordenada pelo governo do presidente Donald Trump para estagnar refugiados em Minnesota que aguardam para obter o status de residentes permanentes, e ordenou a libertação das pessoas que estão detidas.

Trump enviou milhares de agentes federais de imigração a Minnesota uma vez que secção de uma ampla operação que provocou indignação pela morte de dois civis americanos, baleados por agentes do Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE, na {sigla} em inglês) e da Ronda de Fronteira (CBP) em Minneapolis, a principal cidade do estado de governo democrata.

As autoridades iniciaram oriente mês um programa para reavaliar a situação lítico dos quase 5.600 refugiados em Minnesota que ainda não receberam o “green card”, o documento que permite aos imigrantes residir e trabalhar de forma permanente nos Estados Unidos.

Em sua ordem de quarta-feira, o juiz distrital John Tunheim afirma que a gestão Trump pode continuar aplicando as leis de imigração e revisar a situação dos refugiados, mas que deve fazê-lo “sem prender, nem estagnar os refugiados”.

“Os refugiados têm o recta lítico de estar nos Estados Unidos, o recta de trabalhar, o recta de viver em silêncio — e, o que é importante, o recta de não serem submetidos ao terror da prisão ou detenção sem mandados judiciais nem razão em suas residências ou a caminho de serviços religiosos ou de comprar mantimentos”, escreveu Tunheim.

“Na melhor das hipóteses, os Estados Unidos servem uma vez que refúgio de liberdades individuais em um mundo que, com muita frequência, está repleto de tirania e crueldade. Abandonamos oriente ideal quando submetemos nossos vizinhos ao terror e ao caos”, acrescentou.

A ordem foi criticada rapidamente pelo vice-chefe de gabinete da Lar Branca, Stephen Miller, uma figura influente que lidera a política migratória de traço dura de Trump.

“A sabotagem judicial da democracia não tem término”, escreveu Miller no X.

A ordem de Tunheim exige que qualquer refugiado represado sob a revisão de status em Minnesota, conhecida uma vez que Operação PARRIS, seja “libertado imediatamente”.

Os refugiados que aguardam o status de residentes permanentes “passaram por verificações rigorosas de antecedentes e processos de seleção, foram aprovados por múltiplas agências federais para sua ingresso, receberam permissão para trabalhar, receberam esteio do governo e foram realocados nos Estados Unidos”, escreveu Tunheim.

“Estas pessoas foram admitidas no país, seguiram as regras e estão aguardando que seu status seja ajustado para residentes permanentes legais dos Estados Unidos”.

AFP