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As famílias de dois adolescentes citados nas investigações sobre a morte do cão “Ouvido”, em Florianópolis (SC), divulgaram declarações públicas negando envolvimento dos filhos no caso e afirmando que eles estão sendo cândido de “acusações injustas nas redes sociais”.

Em uma das manifestações, os pais de um dos adolescentes afirmam que o rebento “não tem qualquer relação com o traje” e que a família vem sofrendo ameaças e exposição de dados pessoais posteriormente a associação indevida do nome do jovem ao incidente.

Outra família também negou a participação do rebento nas agressões e disse que ele não aparece em vídeos que circulam nas redes. Os pais afirmam que uma viagem do jovem, previamente programada, tem sido interpretada de forma equivocada porquê tentativa de fuga.

Ambas as famílias dizem repudiar maus-tratos a animais, afirmam incumbir no trabalho das autoridades e declaram estar colaborando com a investigação. “Circula nas redes sociais um vídeo que supostamente mostra os autores da agressão. Nosso rebento não está nele”, afirmam os pais.

Morte de Ouvido

A Polícia Social de Santa Catarina investiga se um grupo de adolescentes seria o responsável pelas agressões que resultaram na morte do cão.

Na manhã desta segunda-feira (26), a polícia realizou uma ação para investigar o caso, com o objetivo de satisfazer três mandados de procura e consumição nos endereços dos suspeitos pelas agressões.

Segundo o procurador Ulisses Gabriel, um dos mandados está relacionado a um quidam que teria imposto uma testemunha ao longo da investigação policial. Na ação do hoje, a polícia tinha o objetivo de localizar uma verosímil arma de queimada, que teria sido usada para ameaçar a testemunha. O objeto não foi localizado.

“Aliás, nós cumprimos procura na residência de dois adolescentes com o objetivo de buscar equipamentos de tecnologia, em próprio computadores e telefones celulares. Até agora, dois adolescentes foram cândido de procura, e outros dois estão nos Estados Unidos para uma viagem que, segundo consta, era pré-programada”,  afirmou Ulisses.