A viagem aérea com animais de estimação segue em poderoso expansão no Brasil e já provoca impactos diretos em toda a masmorra do mercado pet.
Em 2025, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras transportou 70,2 milénio cães e gatos nas cabines de suas aeronaves, entre janeiro e dezembro, consolidando a companhia uma vez que líder no segmento e evidenciando a crescente demanda por soluções que permitam aos tutores viajar acompanhados de seus pets com segurança e conforto.
O desempenho reforça uma tendência estrutural. O pet passou a ocupar papel medial na rotina das famílias e nas decisões de consumo, inclusive no planejamento de deslocamentos, férias e viagens a trabalho.
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Para o mercado pet, esse movimento abre espaço para novas oportunidades em áreas uma vez que acessórios de viagem, saúde preventiva, sustento funcional, hospedagem pet friendly e serviços especializados.
Demanda cresce fora dos grandes centros
Segundo dados divulgados pela Azul, o Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), principal hub da companhia, liderou os embarques e desembarques de pets ao longo de 2025.
Na sequência aparecem Recife (PE), Confins (MG), Belém (PA) e Porto Satisfeito (RS), mostrando que a demanda por transporte leviano de animais está distribuída por diferentes regiões do país, e não restrita ao Sudeste.
De concordância com a companhia, a expansão do serviço está diretamente ligada à crédito dos clientes e ao desvelo com o bem-estar bicho. “Nossa prioridade é prometer que os clientes tenham uma viagem tranquila, segura e aprazível, e isso inclui o desvelo devotado aos pets que embarcam com eles”, afirma Henrique Barone, gerente sênior de resultado e canais digitais da azul.
Regras e impactos para o ecossistema pet
Atualmente, a Azul permite o transporte de animais com peso de até 10 kg, incluindo a caixa de transporte, exclusivamente na cabine e mediante suplente antecipada. Não há transporte de pets no porão das aeronaves, e as operações seguem normas nacionais e internacionais voltadas ao bem-estar bicho.
Cada passageiro pode levar um bicho por voo, respeitando o limite de até três pets em voos domésticos e até cinco em voos internacionais. Em rotas com fado aos Estados Unidos, não é permitido o embarque de cães, assim uma vez que não há transporte de animais de suporte emocional.
As caixas de transporte precisam atender a critérios rigorosos de tamanho, ventilação, resistência e conforto, e o bicho deve permanecer plácido durante todo o voo, exigências que impulsionam a demanda por produtos certificados e soluções específicas para mobilidade pet.
Para o setor, o progressão das viagens aéreas com animais reforça a influência de soluções integradas, que envolvem desde documentação e saúde veterinária até produtos e serviços voltados ao bem-estar em deslocamentos de curta e longa intervalo.
