Com trajetória iniciada em 2005 em Belo Horizonte (MG), a Life Pet Hub quer se firmar uma vez que uma holding multimarcas de planos e soluções de saúde pet. Parcerias com bancos e produtos de nicho estão entre as estratégias do grupo para obter capilaridade vernáculo.
Dona das marcas Dog Life, Pet Life e a recém-criada CatLife, a companhia mantém uma rede de 4 milénio clínicas e hospitais credenciados em 320 cidades no Província Federalista, em Minas Gerais e São Paulo, abrangendo em torno de 700 milénio vidas. A intenção é totalizar 400 municípios e chegar a R$ 75 milhões de faturamento ao final deste ano, contra R$ 30 milhões da receita estimada para 2025.
A empresa fundada por Tássio Mendes, executivo oriundo de consultorias uma vez que a Falconi e com histórico de projetos voltados à extensão educacional, atuava de forma 100% independente até 2018 e administrando somente a Dog Life. Nesse período, a ingresso da Sena Investimentos uma vez que acionista marcou um salto de estrutura e profissionalização.
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Dois anos depois, a pandemia representou um ponto de inflexão. A companhia acelerou o processo de digitalização dos planos e lançou a marca Pet Life. “Com a expansão do portfólio e o promanação de novas marcas, a geração de uma holding tornou-se necessária. Em 2024, formalizamos a Life Pet Hub”, afirma o atual COO.
A Cat Life, lançada em novembro, foi criada exclusivamente para felinos, voltado a clínicas especializadas, com atendimento domiciliar e descontos progressivos para famílias que cuidam de múltiplos animais. As mensalidades variam de R$ 39 a R$ 139. “Temos quase 31 milhões de gatos no Brasil e detectamos a carência de produtos criados especificamente para esse público”, admite.
A Pet Life atende tutores que buscam mensalidades mais acessíveis, por meio do protótipo de coparticipação, enquanto a Dog Life mantém planos sem coparticipação e foco em previsibilidade financeira.

e pandemia respaldaram expansão | Imagem: Divulgação
Novidade liderança no termo de 2025
No último mês de dezembro, o grupo incorporou uma novidade liderança. Egresso de startups no setor de tecnologia, Pedro Filizzola assumiu o missão de CMO com a missão de escalar a operação e lapidar a experiência de consumo a partir do uso intenso de tecnologia.

vernáculo da companhia | Imagem: Divulgação
A digitalização estende-se da contratação ao uso do projecto, sem exigência de microchipagem. “O tutor contrata sozinho, utiliza a carteirinha do dedo e a clínica atende diretamente”, explica Mendes. A perceptibilidade sintético é aplicada para otimizar processos operacionais, uma vez que pagamentos, auditorias e rotinas administrativas. “Hoje conseguimos remunerar o triplo de parceiros com mais rapidez e menos burocracia”, revela.
A gestão da rede credenciada é outro pilar do grupo. O protótipo independente permite credenciar desde veterinários volantes até grandes hospitais. Para os parceiros, o principal favor é a previsibilidade de demanda e de receita. “O cliente com projecto vai ao veterinário de três a quatro vezes mais por ano”, explica Mendes. O repasse financeiro é feito diretamente pela operadora.
Parceria com Banco Mercantil amplia alcance
Um dos movimentos mais relevantes da trajetória recente da Life Pet Hub é a parceria com o Banco Mercantil, por meio do programa Meu + Pet – talhado a correntistas e colaboradores da instituição. O mercado B2B, com planos pet uma vez que favor corporativo, será um dos trunfos do grupo para crescer nos próximos anos.
“Foi muito oriundo. O Banco Mercantil tem uma base gigantesca de clientes e uma operação do dedo estruturada. Nós entramos com 20 anos de experiência em projecto de saúde pet, conhecimento profundo do mercado e uma rede credenciada consolidada”, explica Mendes.
Margem e precificação preocupam classe veterinária
Na esteira do chegada dos planos de saúde pet no Brasil, representantes da classe veterinária expressam preocupação com aspectos uma vez que a precificação dos produtos e a rentabilidade dos gestores de clínicas e profissionais autônomos.
“Secção considerável desses empreendedores desconhece premissas básicas uma vez que a margem de lucro da operação. E sem estratégias muito delineadas para atrair um fluxo sustentável de clientes, se credenciam aos planos de saúde sob a crença de que ganharão demanda muito rapidamente, o que nem sempre se concretiza. No termo do dia, corre-se o risco de conviver com custos achacados”, aponta Marcio Mota, consultor da Legalvet e presidente da Associação Pátrio dos Médicos Veterinários (ANMV).
O técnico, no entanto, enxerga esse protótipo de verticalização dos planos uma vez que um movimento oriundo e solidificado. “E no caso da Life Pet Hub, dois pontos que podem ser mais favoráveis ao veterinário são a geração de planos específicos, que tendem a estimular tutores com maior nível de exigência e disposição para gastar; e módulos para empresas”, acredita.
| LIFE PET HUB Instauração: 2005 em Belo Horizonte (MG) Empresas da holding: Dog Life, Pet Life e Cat Life Faturamento: R$ 30 milhões (estimativa 2025) Capilaridade: presença em 320 municípios no Província Federalista, Minas Gerais e São Paulo Rede: 4 milénio clínicas e hospitais credenciados, abrangendo em torno de 700 milénio vidas |
