
Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, afirmou que não se inspira em “manuais” de negócios para guiar sua liderança. Em entrevista ao programa “Leaders Playbook”, da CNBC, ele contou que não lê livros de gestão e prefere aprender sobre liderança por meio da literatura de ficção.
Sarandos citou uma vez que seu “livro de gestão” predilecto o romance “Tufão”, publicado em 1902 por Joseph Conrad, que narra a jornada de um capitão e sua tripulação enfrentando uma tempestade em alto-mar. Para o executivo, histórias uma vez que essa ensinam mais sobre comando e resiliência do que qualquer livro corporativo.
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“À primeira vista, não parece uma história sobre gestão, mas acho que é a história de liderança mais impactante que já li”, disse Sarandos à CNBC. “Eu a leio repetidamente porque sempre descubro um pouco dissemelhante a cada leitura.”
Ele comentou que, quando leu o livro pela primeira vez, há tapume de 20 anos, considerava o capitão imprudente, colocando todos em transe. Porém, em seguida leituras mais recentes, Sarandos aprendeu uma prelecção importante sobre liderança em meio a conflitos e incertezas.
“Agora, o que percebo é que, ao longo da vida e dos negócios, tomamos muitas decisões que não saem uma vez que o esperado”, disse. “O verdadeiro teste de liderança é: uma vez que você lida com isso?”
Sarandos começou a trabalhar na Netflix em 2000, uma vez que responsável pelas operações de teor, e afirma que foi nesse período que aprendeu a mourejar melhor com situações imprevisíveis. Segundo ele, a convívio profissional com Reed Hastings, cofundador e ex-CEO da empresa, foi fundamental para desenvolver sua capacidade de tomar decisões em meio à incerteza.
“Acho que a prelecção que ele me deixou é que você deve escolher as melhores pessoas, dar a elas as ferramentas para fazerem o melhor trabalho de suas vidas e deixá-las trabalhar”, disse.
Um grande exemplo dessa prelecção foi quando Sarandos, em seguida uma dezena na Netflix, decidiu fazer um “grande investimento financeiro” sem garantia de retorno. Com gastos próximos de US$ 100 milhões, o executivo criou a primeira série original da companhia: “House of Cards”. Ele ainda aprovou a produção de duas temporadas, sem a permissão de Hastings.
“Quando ele me perguntou: ‘Por que você faria isso?’, eu respondi: ‘Reed, para mim é uma simples questão de risco e recompensa. Se a série fracassar, teremos pago muito custoso por ela. Fazemos isso o tempo todo, mas se der manifesto, podemos transformar completamente o negócio uma vez que o conhecemos’”, disse Sarandos.
Sarandos não é o único executivo que procura inspiração fora dos livros de negócios. Outros grandes nomes da tecnologia também recorrem à ficção para aprimorar sua forma de liderar.
O fundador da Amazon, Jeff Bezos, por exemplo, teve secção de seu estilo de gestão influenciado pelo romance “Os Vestígios do Dia”, de Kazuo Ishiguro, segundo a biografia The Everything Store, escrita por Brad Stone. Já o cofundador da Microsoft, Bill Gates, costuma realçar o valor da literatura: em um post publicado em 25 de novembro, ele escreveu que alguns romances ajudam a entender uma vez que o mundo realmente funciona.
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