O mercado pet da China movimenta tapume de US$ 43,4 bilhões e já responde por aproximadamente 8,7% do faturamento global do setor, impulsionado por urbanização, aumento da renda e maior valorização do bem-estar bicho. Esse cenário tem favorecido o surgimento de modelos de varejo pet altamente profissionalizados, que integram produtos, serviços e tecnologia em larga graduação.
Com o Brasil ocupando posição relevante no ranking mundial do setor, os exemplos chineses oferecem insights estratégicos que podem inspirar redes, varejistas independentes, clínicas veterinárias e investidores brasileiros.
Modelos digitais, físicos e híbridos ganham graduação
Plataformas uma vez que a Boqii operam uma vez que ecossistemas completos, combinando marketplace, serviços de pet care e soluções de gestão para pet shops e clínicas veterinárias. O padrão omnichannel fortalece pequenos varejistas por meio da digitalização e do uso de dados, um ponto sensível no mercado brasílio, ainda bastante pulverizado.
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Já redes uma vez que a PETDOG apostam em milhares de lojas físicas espalhadas pelo país, mostrando que capilaridade territorial e conveniência lugar seguem relevantes mesmo em mercados altamente digitalizados.
Integração entre serviços, saúde e varejo se destaca
Empresas uma vez que a Obséquio Pets reforçam o papel das lojas de bairro, integrando venda de produtos e serviços de grooming, enquanto grupos uma vez que o New Ruipeng Pet Healthcare Group e a Ringpai Pet Hospital avançam na integração entre hospitais veterinários, clínicas, serviços especializados e cadeias de suprimentos estruturadas.
Esses modelos evidenciam uma tendência clara sobre uma vez que os serviços de saúde, conveniência e experiência do tutor tornam-se diferenciais competitivos centrais no varejo pet moderno.
