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Depois de quase um mês internada posteriormente ser atropelada e arrastada pelo ex na Marginal Tietê, em São Paulo, Tainara Souza Santos, de 30 anos, morreu na noite dessa quarta-feira (24/12), no Hospital das Clínicas. O transgressão ocorreu no término de novembro e o suspeito foi recluso.

Descrita pela família e pelos amigos porquê uma mulher divertida, sorridente e “gente boa”, Tainara criava sozinha seus dois filhos, um menino de 12 anos e uma moçoila de 8.

Ao Metrópoles, a amiga de puerícia Letícia Dias contou, logo posteriormente o transgressão, que Tainara gostava de trespassar para curtir a vida com as amigas e os filhos, e que estava trabalhando na produção de uma filial de transacção eletrônico.

“Ela estava fazendo as coisinhas dela, estava planejando várias coisas, mas infelizmente veio essa tragédia”, lamentou a amiga.

Quem era a mulher que morreu após ser arrastada por 1 km e perder as pernas - destaque galeria5 imagensO crime ocorreu na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, em 29 de novembroDepois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadasO rapaz que dirigia o carro era Douglas Alves da Silva, ex de TainaraDouglas Alves da Silva chegando a delegacia após audiência de custódiaFechar modal.MetrópolesTainara Souza Santos foi atropelada e arrastada pelo ex1 de 5

Tainara Souza Santos foi atropelada e arrastada pelo ex

Instagram/ReproduçãoO crime ocorreu na Marginal Tietê, na zona norte de São Paulo, em 29 de novembro2 de 5

O transgressão ocorreu na Marginal Tietê, na zona setentrião de São Paulo, em 29 de novembro

Instagram/ReproduçãoDepois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadas3 de 5

Depois da tentativa de feminicídio, a vítima teve as duas pernas amputadas

Instagram/ReproduçãoO rapaz que dirigia o carro era Douglas Alves da Silva, ex de Tainara4 de 5

O rapaz que dirigia o carruagem era Douglas Alves da Silva, ex de Tainara

Instagram/ReproduçãoDouglas Alves da Silva chegando a delegacia após audiência de custódia5 de 5

Douglas Alves da Silva chegando a delegacia posteriormente audiência de custódia

TV Bandeirantes/Reprodução

A informação da morte foi confirmada por familiares nas redes sociais e por um dos advogados da vítima, Fábio Costa. De entendimento com ele, a culpa da morte foi falência múltipla dos órgãos e o velório ocorrerá nesta quinta-feira (25/12).

A mulher teve as duas pernas amputadas posteriormente ser arrastada por mais de 1 km. O suspeito, Douglas Alves da Silva, de 26 anos, foi recluso em um hotel na zona leste da capital paulista em 30 de novembro.

Na última segunda-feira (22/12), Tainara havia pretérito por uma novidade amputação na profundeza da coxa para reconstruir secção dos glúteos.

“É com muita dor que venho avisar que nossa guerreirinha, a Tay, nos deixou. Descansou, agradeço desde já todas as mensagens de reza, carinho e paixão que vocês tiveram comigo e pela minha filha. Ela acabou de partir desse mundo cruel e está com Deus. É uma dor enorme, mas acabou o sofrimento e agora é pedir por justiça”, escreveu a mãe de Tainara nas redes sociais.

Mulher arrastada

Câmeras de segurança flagraram o momento em que Tainara é atropelada e arrastada por Douglas Silva. Nas imagens, é verosímil ver que ela andava a pé com outro rapaz quando é atingida por um carruagem preto.

 

Ao Metrópoles a amiga Letícia Dias explicou que ela perdeu um dos pés já no momento em foi arrastada pelo veículo. “O médico tentou restabelecer o [pé] que estava lacerado, só que não deu. Infelizmente, teve que tirar as duas pernas”, lamentou. Ela explicou que as amputações foram feitas em alturas diferentes nas pernas da vítima.

Outrossim, Letícia informou que a amiga teve um inchaço no cérebro, mas que uma tomografia não apontou seriedade no edema.

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Omissão mecânica

Durante o interrogatório, o suspeito afirmou que está “completamente pesaroso” e que não conhecia Tainara Souza Santos.

Douglas disse que estava em um bar desde a noite da sexta-feira (28/11) e se envolveu em uma pendência para proteger o colega Kauan posteriormente um desentendido com o companheiro de Tainara.

Na confusão, Douglas teria sido atingido com uma garrafada no rosto e ameaçado de morte. Ele declarou que deixou o lugar com o colega e, já dentro do carruagem, avistou Tainara acompanhada do outro rapaz. O varão logo teria feito uma manobra e estava indo embora quando “acabou batendo o carruagem nela”.

Douglas disse que suspeitou do suposto problema mecânico ao notar que “o carruagem não ia para frente” posteriormente a batida, mas negou ter percebido que a vítima estava debaixo do veículo.

Ele afirmou que pessoas começaram a gesticular, mas acelerou e deixou o lugar em direção à Marginal Tietê. Na avenida, outros motoristas teriam buzinado e alertado que uma mulher estava inferior do veículo. Segundo o varão, ele parou em um posto de combustível metros adiante — momento em que Tainara se desprendeu do carruagem —, mas fugiu por temor de ser agredido.

Em seguida, Douglas teria relatado o ocorrido para os familiares e conversado com um legisperito, que o orientou a deixar o carruagem longe do lugar dos fatos para ser entregue às autoridades posteriormente. O varão levou o veículo até a mansão de um ex-sogro sem informar o motivo.

Portanto, Douglas reservou um quarto em um hotel distante, onde foi recluso no dia seguinte ao transgressão. No momento da prisão, o varão ainda partiu para cima de um policial e acabou baleado no braço.

Polícia desmente versão

  • O prova de Douglas, no entanto, destoa das informações reunidas pela polícia.
  • Segundo as investigações, o criminoso conhecia Tainara, com quem teve um relacionamento casual. Ele agiu por ciúmes e por não concordar o término do relacionamento.
  • Kauan tentou desestimular Douglas e insistiu para que o varão parasse o carruagem enquanto a mulher era arrastada na Marginal.
  • O delegado Augusto Bícego também afirmou que Douglas não parou o veículo e Tainara só escapou porque o corpo se desprendeu.
  • A mana de Tainara afirmou que Douglas já a perseguia há tempos e que ambos nunca chegaram a ter um relacionamento sério.