
Ibovespa hoje
- Mercados se preparam para decisões do FED e BC com cena política pátrio no radar.
- Renda caindo, mas fiscal ainda reptante: economistas veem 2026 (um pouco) melhor.
- Tarcísio apoia Flávio Bolsonaro, mas diz que direita terá mais nomes em 2026.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
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Tarcísio apoia Flávio Bolsonaro, mas diz que direita terá mais nomes em 2026
Governador de São Paulo confirmou base ao senador, citou alternativas na direita e evitou detalhar seu papel na corrida presidencial.
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Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam ligeiramente em subida, revertendo as fortes perdas da sessão anterior, com os mercados acompanhando de perto as negociações de sossego para pôr termo à guerra da Rússia na Ucrânia e a iminente decisão sobre as taxas de juros nos Estados Unidos. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o primeiro embarque do projeto Simandou, na Guiné, aumentando as perspectivas de maior oferta em um momento em que a demanda chinesa deve diminuir em meio à queda na produção de aço.
- Petróleo WTI, +0,36%, a US$ 59,09 o barril
- Petróleo Brent, +0,35%, a US$ 62,71 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,72%, a 757,50 iuanes (US$ 107,12)
Bolsas da Europa começam dia de forma mista
Os mercados europeus operam com subida em sua maioria, com as atenções voltadas para reunião do Fed amanhã. A decisão do banco médio dos Estados Unidos deve orientar a política monetária europeia nos próximos dias. Na Europa, o Banco Vernáculo Suíço divulga sua decisão na quinta-feira, enquanto Banco da Inglaterra, Banco Médio Europeu, Norges Bank e Riksbank anunciam suas taxas em 18 de dezembro. No setor corporativo, a União Europeia chegou a um conciliação para simplificar as regras de sustentabilidade, isentando a maior segmento das empresas do conjunto da obrigação de apresentar relatórios de sustentabilidade.
- STOXX 600: +0,03%
- DAX (Alemanha): +0,35%
- FTSE 100 (Reino Uno): +0,11%
- CAC 40 (França): -0,32%
- FTSE MIB (Itália): +0,42%
Bolsas da Ásia fecham dia na maioria em queda
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam majoritariamente em baixa, acompanhando as perdas em Wall Street, com os investidores cautelosos antes da decisão do Fed, marcada para esta quarta. A China vai manter a expansão da demanda doméstica e apoiará a economia em universal com políticas mais proativas em 2026, disse na segunda-feira o Politburo, principal órgão decisório do Partido Comunista, segundo a mídia estatal Xinhua. Analistas afirmam que a mudança mais notável é que os principais líderes mencionaram “ajuste intercíclico” pela primeira vez desde 2023, em conferência com o “ajuste contracíclico inédito” do ano pretérito.
- Shanghai SE (China), -0,37%
- Nikkei (Japão): -0,22%
- Hang Seng Índice (Hong Kong): -1,29%
- Nifty 50 (Índia): -0,23%
- ASX 200 (Austrália): -0,45%
EUA: índices futuros operam sem direção
Os índices futuros dos EUA operam sem direção nesta terça-feira (9), véspera da decisão sobre juros do Federalista Reserve (Fed), depois que o presidente Donald Trump autorizou a Nvidia a retomar a venda de chips H200 para a China em um conciliação que garante ao governo americano uma participação sucoso. No after-market, as ações da Nvidia subiram mais de 2% depois Donald Trump publicar na Truth Social que a empresa poderá enviar os chips para “clientes aprovados” na China e em outros países, desde que um quarto das vendas seja repassado ao governo norte-americano. Trump afirmou que o presidente chinês, Xi Jinping, “respondeu positivamente” ao conciliação.
- Dow Jones Porvir: +0,11%
- S&P 500 Porvir: +0,05%
- Nasdaq Porvir: -0,02%
Rombo de mercados
Os mercados se preparam nesta terça-feira para as reuniões do Federalista Reserve e do Banco Médio, com a cena política doméstica no radar. O “risco Flávio Bolsonaro” voltou a pairar sobre os mercados nacionais na segunda-feira, depois a notícia de que o ex-presidente Jair Bolsonaro o escolheu para ser candidato à Presidência. Um dia depois declarar que poderia desistir da empreitada por um “preço”, Flávio afirmou na segunda-feira que sua candidatura à Presidência da República é irreversível. Ainda na véspera, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), predilecto do mercado, reafirmou sua lealdade ao ex-presidente, e disse que irá estribar a candidatura de Flávio. Enquanto isso investidores aguardam as decisões de política monetária tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil na quarta-feira. Enquanto a expectativa para o Banco Médio é de manutenção da Selic em 15%, para o Fed a perspectiva é de galanteio da taxa de juros de 25 pontos-base. Em ambos os casos os agentes do mercado buscarão indicações sobre a trajetória futura da política monetária. (Reuters)
Principais índices em Novidade York fecharam ontem com perdas
Investidores em Wall Street aguardam a decisão do Federalista Reserve nesta quarta-feira (10) e alguns dados de ocupação amanhã. Cautela domina. “O movimento do mercado que vimos nas últimas semanas está, essencialmente, consolidando a subida verosimilhança de um galanteio de 25 pontos-base”, disse à CNBC Stephen Kolano, diretor de investimentos da Integrated Partners. “Por qualquer motivo muito improvável, se eles não cortarem, esqueçam. Acho que os mercados cairão de 2% a 3%”. Além do galanteio esperado, Kolano prevê que o presidente do Fed, Jerome Powell, enfatizará uma postura dependente dos dados para os próximos meses, mormente considerando que os dados da ADP de novembro da semana passada mostraram uma desaceleração ainda maior no mercado de trabalho. Ou por outra, o procuração de Powell, que termina em maio de 2026, pode torná-lo “um tanto agnóstico” em relação às expectativas do mercado quanto à trajetória das taxas de juros para o próximo ano, acrescentou. “Não me surpreenderia se Jerome Powell dissesse alguma coisa porquê: ‘Cortamos as taxas e agora precisamos realmente observar os dados’, e ele não chegará a ser mais invasivo, porque vimos a fragilidade no mercado de trabalho’. Se começarmos a ver cortes nas taxas de juros sendo adiados para 2026, portanto deveríamos inaugurar a ver, eu acho, mais pressão negativa no mercado no primeiro semestre do ano”.
- Dow Jones: -0,45%
- S&P 500: -0,35%
- Nasdaq: -0,14%
Dólar mercantil fechou ontem com queda de 0,22%
O dólar voltou a recuar diante do real, depois da possante subida de sexta-feira (4). O movimento foi na direção contrária da mote norte-americana no resto do planeta, que na conferência com as principais moedas do mundo fez o índice DXY permanecer com mais 0,09%, aos 99,08 pontos.
- Venda: R$ 5,421
- Compra: R$ 5,420
- Mínima: R$ 5,387
- Máxima: R$ 5,467
Ibovespa fechou ontem com subida de 0,52%, aos 158.187,43 pontos
- Máxima: 159.235,36
- Mínima: 157.369,36
- Diferença para a preâmbulo: +818,07 pontos
- Volume: R$ 27,20 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (8): +0,52%
- Semana: +0,52%
- Dezembro: -0,55%
- 4T25: +7,82%
- 2025: +31,47%
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