brasil-ja-tem-mais-de-166-mil-veterinarios-em-atividade.webp.webp




Acompanhe as principais notícias do dia no nosso ducto do
Whatsapp.


Whatsapp Panorama Farmacêutico
Siga nosso canal

A medicina veterinária brasileira vive um momento de consolidação e protagonismo. Em um setor impulsionado tanto pelo progresso do mercado pet porquê pela força do agronegócio, o número de profissionais ativos cresce em ritmo regular. De conciliação com os dados mais recentes do Juízo Federalista de Medicina Veterinária (CFMV), o país conta atualmente com 166.119 veterinários em atividade, embora estimativas indiquem que o país já tenha superado a marca de 200 milénio profissionais formados.

A participação feminina é um dos destaques desse cenário. As mulheres representam 56% do interino de profissionais ativos, superando os homens – que correspondem a 44%. “É proveniente que aconteça essa sobreposição quantitativa, considerando a separação populacional do Brasil. E o vestuário de elas apresentarem, de modo universal, características empáticas não comumente presentes nos homens pode ser um diferencial para a profissão”, comenta Ana Elisa Almeida, presidente do recomendação.

Veterinários no Brasil por gênero

Natividade: Juízo Federalista de Medicina Veterinária (CFMV)

Concentração regional e desigualdade no território pátrio

A distribuição dos veterinários pelo país revela uma concentração acentuada em determinadas regiões. O Sudeste reúne quase metade de todos os profissionais ativos, com 77.813 registros, o equivalente a 46% da força de trabalho pátrio. O Sul aparece em seguida, com 38.181 profissionais, representando 23% do totalidade. O Nordeste conta com 21.746 veterinários (13%), enquanto o Núcleo-Oeste soma 19.938 (12%). Já o Setentrião, com 8.441 profissionais ativos, responde por exclusivamente 6% do totalidade levantado pelo CFMV.

Veterinários por região

Natividade: Juízo Federalista de Medicina Veterinária (CFMV)

Brasil assume liderança mundial na proporção de veterinários por habitante

Quando a estudo se volta para o número de veterinários em relação à população, o Brasil se destaca porquê líder mundial. O país alcança 77,4 veterinários para cada 100 milénio habitantes, superando nações desenvolvidas porquê Estados Unidos, Canadá e Austrália, além de todo o conjunto europeu. Logo detrás do Brasil aparece o Egito, com 76,7 profissionais na mesma proporção, seguido pela Austrália, Novidade Zelândia, México, Argentina, Estados Unidos, Europa porquê conjunto, Canadá e Colômbia.


Continua depois da publicidade

Número de veterinários por 100 milénio habitantes

* Dados considerando Alemanha, Áustria, Bélgica, Bulgária, Dinamarca, Eslováquia, Eslovênia, Espanha, Estônia, Finlândia, França, Hungria, Irlanda, Islândia, Itália, Letônia, Luxemburgo, Macedônia, Noruega, Países Baixos, Polônia, Portugal, Reino Uno, República Tcheca, Romênia, Sérvia, Suécia, Suíça e Turquia
 
Fontes: Juízo Federalista de Medicina Veterinária (CFMV) e entidades congêneres do Exterior

Diferenças regionais ficam ainda mais claras na estudo por 100 milénio habitantes

Dentro do próprio Brasil, as disparidades aumentam quando se observa a quantidade de profissionais em relação ao número de habitantes de cada região. O Sul lidera amplamente, com 124,9 veterinários por 100 milénio habitantes, seguido pelo Núcleo-Oeste, que registra 118,1. A Região Sudeste aparece com 86,9, mas Setentrião e Nordeste apresentam os menores índices, com 44,5 e 37, respectivamente.

Número de veterinários para cada 100 milénio habitantes
(estudo por região do país)

Natividade: Juízo Federalista de Medicina Veterinária (CFMV)

Número de veterinários estimula reflexão sobre qualidade do ensino

Se por um lado o número de veterinários pode ser relevante para ampliar a rede de atendimento, por outro a qualidade do ensino desses profissionais vem sendo objeto de questionamentos. Um recente parecer da Câmara dos Deputados reacendeu as discussões ao proibir a oferta de cursos EAD na dimensão da saúde. 

O relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), destacou que a formação em saúde exige contato direto com pacientes, animais, laboratórios e hospitais-escola, além de vivências práticas que não podem ser substituídas por plataformas digitais. Segundo ele, a medida está alinhada à Constituição Federalista, que assegura o recta à saúde e impõe ao Estado a adoção de políticas para reduzir riscos à população.

Para Ana Elisa, o progresso da proposta é forçoso. “A medicina veterinária envolve atividades que impactam diretamente a saúde bicho, a saúde humana e o meio envolvente. Não se pode formar um profissional sem vivência prática, sem contato real com os desafios da profissão. O ensino presencial é uma forma de tentar prometer qualidade e segurança na formação”, enfatiza.