Em um gesto simbólico de base à ampliação dos cuidados oncológicos no Estado, os vereadores Tatá Teixeira e Camila Rosa, ambos eleitos pela cidade de Aparecida de Goiânia e filiados ao União Brasil, realizaram hoje uma visitante institucional ao CORA — Multíplice Oncológico de Referência do Estado de Goiás. Recebidos por Rodrigo Matias de Oliveira (legista do hospital), Rafael Amarante Capucho (Supervisor Administrativo) e Rafael Leandro de Mendonça (diretor-geral), os parlamentares conheceram de perto a estrutura e os primeiros resultados da unidade.
Um hospital-marco
O CORA, inaugurado em junho de 2025, é o primeiro hospital público estadual devotado integralmente ao tratamento do cancro. A unidade representa um marco para Goiás e para toda a região Núcleo-Oeste, oferecendo desde o atendimento oncológico infantojuvenil até um projeto ávido para atendimento adulto — presentes 148 leitos, núcleo cirúrgico, pronto-atendimento 24 h, ambulatórios, quimioterapia, farmácia hospitalar, núcleo de imagem e reparação.
Entre os diferenciais técnicos, o hospital conta com recursos inéditos para a saúde pública estadual: sonância magnética integrada ao núcleo cirúrgico — um pouco vasqueiro em hospitais públicos — e robôs de reparação para adultos e crianças. Há ainda preocupação com a humanização do atendimento, com suítes familiares e espaços de protecção para acompanhantes.
Gerido pela Instalação Pio XII — a mesma instituição responsável pelo tradicional Hospital de Paixão, de Barretos (SP) — o CORA também tem papel de núcleo de ensino e pesquisa, com ênfase no diagnóstico precoce, capacitação profissional e inovação científica.
Números e resultados iniciais em menos de 6 meses
Embora relativamente novo, o CORA já demonstra impacto concreto. Segundo dados recentes, a unidade — desde sua lisura — acumulou mais de 3.200 atendimentos, tapume de 249 cirurgias, 213 sessões de quimioterapia, 2.530 consultas e 252 internações.
Esses resultados indicam que o hospital não somente está operando, mas já ultrapassou expectativas iniciais, consolidando-se porquê opção viável e de qualidade para pacientes oncológicos que, muitas vezes, antes precisavam se transladar para outros estados.
O que disseram os vereadores
Durante a visitante, Tatá Teixeira destacou a superioridade da estrutura e do equipamento: “Ver de perto essa qualidade e saber que tudo isso faz secção do serviço público de saúde me enche de esperança pelos goianos — crianças, jovens e adultos — que agora têm honra no tratamento”.
Camila Rosa reforçou o significado social e humano da obra: “O CORA é mais do que um prédio moderno — é garantia de entrada digno e especializado ao tratamento do cancro. Para muitas famílias, significa vida.”
Para os dois vereadores, a passagem por Aparecida de Goiânia e os debates locais sobre saúde pública ganham novos contornos: a experiência do CORA pode servir de inspiração para demandas de atenção oncológica e saúde especializada em municípios do entorno.
Olhando adiante: ampliação e suporte social
Ainda neste ano, o hospital planeja inaugurar novas áreas — que aguardam vistoria e autorizações de órgão fiscalizador — o que indica expansão dos serviços oferecidos. Segundo fontes ligadas ao CORA, está em construção uma “casa-apoio” para pacientes e acompanhantes, similar ao protótipo do Instituto Ronald McDonald, muito porquê um espaço chamado “Mansão dos Artistas”. O objetivo é oferecer suporte social, protecção e conforto durante o tratamento.
Para Tatá e Camila, essa ampliação reforça o caráter humanitário da iniciativa: “Esses espaços de base fazem toda a diferença para pacientes e famílias — não basta tratar a doença, é fundamental cuidar da honra, do protecção e do bem-estar.”
Um novo patamar para a saúde pública goiana
Com menos de seis meses de operação, o CORA já se firma porquê uma das mais significativas conquistas da saúde pública em Goiás. Sua estrutura moderna, os resultados iniciais promissores e o compromisso com a humanização e a pesquisa indicam que o hospital pode — de roupa — transformar a rede de atendimento oncológico no Estado.
A visitante dos vereadores de Aparecida de Goiânia evidencia também a preço de políticas públicas articuladas entre municípios, Estado e sociedade social para prometer saúde, honra e esperança a quem enfrenta o cancro.
