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Sob novidade direção

Candidato da situação e atual VP universal do clube leva a melhor na disputa com Ademar Arrais, da oposição, e será o sucessor de Mário Bittencourt

Mattheus Montenegro, candidato da situação à presidência do Fluminense

Foto: Divulgação

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Da Redação

Os tricolores escolheram neste sábado, na sede de Laranjeiras, quem será o novo presidente do Fluminense no próximo triênio (2026/2027/2028). O candidato da situação, Mattheus Montenegro, ganhou a disputa (71,1% contra 28,4%) com Ademar Arrais, da oposição, e sucederá Mário Bittencourt no missão supremo do associativo. O vice da placa “Vamos Por Mais” é Ricardo Tenório, que já foi opositor do atual mandatário em seu primeiro procuração.

A eleição representou a maior votação da história do clube: 4719 sócios adimplentes exerceram o ato cívico. Até logo, o recorde pertencia ao pleito de Pedro Abad, em 2016, com 4219. Em 2022, quando Mário empossou pela segunda vez, foram 3661. Apesar de o pleito ocorrer normalmente, houve discussões acaloradas entre os apoiadores de cada candidato.

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Uma das promessas de campanha de Matheus é a epílogo do projeto de SAF liderado pelo BTG e formado por um grupo de investidores tricolores. Ele foi suspenso por conta justamente do momento eleitoral, mas a teoria é que seja retomado logo depois desse período. Mattheus, inclusive, foi o principal condutor da atual gestão para a apresentação da proposta pela LZ Sports ao Juízo Deliberativo, em setembro.

SAF é carro-chefe

A previsão é de um aporte inicial de R$ 500 milhões, sendo R$ 250 milhões à vista e a outra parcela em até dois anos — com montante ainda não definido para esboroar segmento das dívidas, que somaram R$ 871 milhões ao final de 2024. Em entrevista ao Toca e Passa, videocast do GLOBO, Mattheus afirmou que existe o libido de aumentar esse valor. Os investidores projetam um totalidade de R$ 6,4 bilhões porquê gasto mínimo para o futebol do clube em uma dezena.

O dirigente, por sua vez, ressaltou que o investimento anual não é necessariamente de R$ 640 milhões desde o início, uma vez que começaria em torno de R$ 480 milhões e, ao longo de dez anos, cresceria gradualmente até atingir uma média próxima do valor totalidade. Para que isso aconteça, os investidores contam com o incremento na arrecadação de receitas para aumentar a folha salarial do elenco e gerar mais premiações.

Se os acordos não forem cumpridos, uma das penalidades previstas na proposta é a suspensão imediata do recebimento dos dividendos. Por outro lado, Mattheus considera que outras punições precisam ser discutidas para a segurança do planejamento.

Participação de Mário Bittencourt

Caso o projeto da SAF seja legalizado no Juízo Deliberativo e na Plenário Universal, o presidente Mário Bittencourt pode ocupar o missão de CEO, uma vez que é muito medido na visão dos investidores. Antes disso, ele fará segmento da gestão de Mattheus, mas ainda não se sabe em qual missão.

Além da implementação de um clube-empresa, Mattheus fará segmento de outras decisões-chave para o horizonte do clube, porquê o contrato de licença com o Flamengo e a venda de naming rights do Maracanã, a reforma do estádio e do clube em Laranjeiras, a negociação com a Liga Poderoso União (LFU).

Visando a melhoria de Xerém, ele também tem porquê promessa de campanha o retorno da diretoria de planejamento esportivo para melhorar a integração entre a base e o profissional. O ex-jogador Fred já comandou essa espaço, mas não houve reposição desde a sua saída.

Por Dependência O Mundo