
O governo brasílio condenou veementemente, nesta segunda-feira (5), o ataque dos Estados Unidos à Venezuela do último sábado (3) e a conquista do presidente Nicolás Maduro. Em oração na sessão extraordinária do Recomendação de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), o país afirmou que “a exploração de recursos naturais não justifica o uso da força ou mudança ilícito de governo”.
O texto, lido pelo representante do Brasil no fórum, trouxe críticas categóricas à atuação dos americanos na região, sob o comando de Donald Trump, dizendo que o ataque “define um precedente perigoso para toda a comunidade internacional” e que “admitir nascente ataque levaria a um cenário de erosão do multilateralismo.”
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“Não podemos admitir o argumento de que os fins justificam os meios. Esta justificativa não tem legimitidade e abre a possibilidade de os mais fortes definirem o que é justo e injusto, perceptível ou incorrecto e até de ignorar soberanias nacionais, impondo decisões aos mais fracos”, afirmou o diplomata.
Ele também afirmou que a “América do Sul é uma zona de tranquilidade” e relembrou, sem referir explicitamente as ditaduras o Brasil, Argentina e Chile, que países da região já foram claro de mediação externa no pretérito, com “profundas e duradouras consequências”.
O Brasil reiterou que a soberania e a autodeterminação do povo venezuelano deve ser respeitada e cobrou o Recomendação de Segurança: “Nascente Recomendação deve assumir sua responsabilidade e reagir com lei, nitidez e obediência à lei internacional para impedir que a lei da força prevaleça sobre a força da lei.”
Nicolás Maduro foi tomado por agentes americanos no último sábado e levado para Novidade York. Nesta segunda (5), ele passa por sua primeira audiência, na qual se declarou singelo da denúncia de narcoterrorismo.
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