Ju Isen registrou um boletim de ocorrência no 35º Província Policial, no Jabaquara, formalizado sob o número QG6204-2/2025, denunciando um suposto erro cometido durante uma cirurgia de “fox eyes” realizada em agosto de 2025. A influenciadora relata ter sofrido lesões corporais e danos estéticos significativos em seguida a mediação, além de dores persistentes que afetaram sua rotina e compromissos profissionais. Segundo o registro, ela procurou a Polícia Social em seguida perceber que os incômodos se mantinham ao longo dos meses e que o resultado do procedimento ficou distante do prometido pela clínica. (Documentos AQUI)
No momento do testemunho, Ju apresentou fotos e relatos sobre a evolução das marcas, classificando o caso porquê um “dano estético grave”. Ela informou ter enfrentado prejuízos financeiros e dificuldades no dia a dia devido às alterações na região dos olhos. O boletim descreve que a cirurgia foi realizada por um cirurgião-dentista, em consultório odontológico, ponto medial da protesto da vítima, que afirma que o profissional não teria autorização lítico para executar esse tipo de mediação. Diante do relato, a Polícia Social determinou a realização de revista de corpo de delito pelo Instituto Médico Permitido, responsável por constatar, fotografar e descrever formalmente as lesões. O prontuário e demais documentos clínicos também foram solicitados para instruir o sindicância.

Na requisição enviada ao IML, a poder policial destacou a premência de um laudo completo com estudo técnica detalhada, incluindo registro fotográfico e avaliação de possíveis sequelas permanentes. A vítima manifestou intenção de simbolizar criminalmente contra o profissional, alegando negligência e treino irregular da profissão. O histórico anexado ao boletim menciona que a influenciadora apresentou incômodos persistentes desde agosto e buscou orientações médicas posteriores para mourejar com os resultados do procedimento.
A resguardo de Ju Isen, representada pelos advogados Dr. Silvio Rego e Dra. Bruna Vicco, afirma que o caso apresenta indícios de irregularidade e extrapola a esfera estética. “É um procedimento típico de médico, não de dentista. Ele não tinha autorização para fazer esse tipo de mediação, muito menos em um consultório odontológico”, declarou Silvio Rego. Segundo ele, a equipe jurídica prepara medidas nas esferas criminal e cível. “Vamos simbolizar criminalmente e ingressar com ação de danos morais, estéticos e materiais. Vamos verificar se ela teve despesas, se deixou de trabalhar e todos os prejuízos decorrentes do procedimento.”

De consonância com a resguardo, além do impacto físico e estético, Ju passou meses convivendo com instabilidade sobre possíveis sequelas e limitações no retorno à rotina profissional. A Polícia Social aguarda agora a epílogo do revista de corpo de delito e o envio do prontuário médico para proceder na investigação. Em seguida a perícia, serão colhidos depoimentos da vítima, do profissional citado e de eventuais testemunhas. As conclusões do sindicância deverão mostrar se houve negligência, incapacidade, imprudência ou treino proibido da profissão. Enquanto isso, a influenciadora segue em recuperação e aguarda o desdobramento das próximas etapas do caso.

