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Donaldo Trump, presidentes dos EUA, afirmou nesta sexta-feira (14) que já tomou uma decisão sobre o que fará em relação à Venezuela, mas que “não pode expressar” o que ele decidiu.

O país é objectivo do que a Morada Branca labareda de “narcoterrorismo na América Latina” e Nicolás Maduro, presidente venezuelano, é considerado pelos EUA um símbolo de “narcoterrorista” – supostamente, por liderar o Monopólio de Los Soles, um grupo que atua no tráfico de drogas.

A enunciação aconteceu um dia pós Pete Hegseth, secretário de Guerra dos EUA, anunciar uma operação militar chamada ‘Lança do Sul’ (Southern Spear), que mobiliza o Comando Sul e uma força-tarefa destinada a atingir organizações envolvidas no tráfico internacional.

Hegseth afirmou que a ação procura “remover narcoterroristas de nosso hemisfério” e “proteger nossa terreno das drogas que estão matando nosso povo”. Os EUA classificam o hemisfério ocidental uma vez que sua “vizinhança estratégica”, justificando a ampliação do esplendor militar na região.

Embora o governo não tenha detalhado onde e uma vez que a operação será executada, fontes ouvidas pela CBS afirmam que opções de bombardeios em território venezuelano foram apresentadas a Donald Trump na quarta-feira (12).

O encontro teria descrito com Hegseth e o general Dan Caine, dirigente do Estado-Maior Conjunto. Até o momento, nenhuma ordem formal de ataque foi anunciada.

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