A Plenário Legislativa do Estado de Goiás (Alego) sediou, na tarde desta quinta-feira, 12, uma audiência pública para discutir a geração da Goiás Film Commission, uma organização voltada à atração e viabilização de produtos audiovisuais no Estado. “Nosso objetivo é ajudar a implantar esse instrumento importante em Goiás”, disse o anfitrião da reunião, deputado Mauro Rubem (PT), também presidente da Percentagem de Cultura, Esporte e Lazer da Vivenda.
A audiência reuniu autoridades e entusiastas do setor, que debateram a premência de geração dessa organização em território goiano. Para o produtor de festival e realizador de audiovisual, Cristiano Sousa, “é uma oportunidade estratégica para posicionarmos Goiás no mundo. Temos muitos talentos cá, mas uma produção baixa em relação a qualquer outra secção do mundo. A Film Commission é para isso: para promover a secção audiovisual e fomentar o propagação do nosso talento goiano no mundo”.
A teoria da audiência, segundo Sousa, é organizar os primeiros passos nessa direção. Ao tutelar a estruturação da Goiás Film Commission, o produtor aproveitou para realçar que o setor movimenta bilhões na economia brasileira, gerando empregos qualificados e fortalecendo a calabouço produtiva. “Fomentar essa atividade cá, além de posicionar Goiás uma vez que um sorte de filmagem, também vai incentivar o turismo, valorizar a cultura lugar e gerar oportunidades”, arrematou.
Cristiano Sousa defendeu que o poder público tem um papel estratégico nesta temporada. “E é por isso que estamos cá. Viemos buscar esse escora. Queremos que a Alego atue uma vez que um catalisador permitido para que possamos gerar uma lei com mecanismos atemporais. Precisamos de um pouco sintético e possante dentro do nosso mercado”, explicou, antes de emendar que o processo passa, sobretudo, por mobilização política. O produtor argumentou que isso poderá prometer um suporte permitido, orçamentário e institucional.
Nas contribuições dos participantes da audiência foram destacados modelos já consolidados no Brasil, muito uma vez que a premência de indagar e harmonizar práticas já estruturadas no país e no mundo. Dentre os exemplos de sucesso citados estão o Spcine, de São Paulo; o Rio Film Commission, do Rio de Janeiro; além de modelos internacionais ligados à América Latina e à Europa.
O professor Esteban Vizcaíno, da Film Commission da Costa Rica, participou remotamente do encontro e disse estar seguro de que Goiás será amplamente beneficiado com a geração da organização. Segundo ele, o Estado conta com profissionais talentosos e envolvente favorável às mais variadas produções. “Isso poderia expandir as fronteiras garantindo, em paralelo, uma submersão goiana no cenário internacional”, avaliou.
Depois, foi a vez do produtor goiano, Belém de Oliveira, discutir o objecto. Ele explicou que o papel estratégico da Goiás Film Commission será voltado também à atração de produções de fora. “Mas para isso, é importante que se ofereça contrapartidas. Devemos indagar os incentivos que poderemos oferecer para que as pessoas venham”, disse.
Segundo Oliveira, são diferentes e diversas as possibilidades nesse campo. “Mais do que intermediar as filmagens, a Film Comission Goiás pode atuar uma vez que ponte entre os realizadores e o mercado. Essa ponte é de mão dupla, de fomento e coprodução, mas também de distribuição”.
Base governamental
O profissional em políticas públicas para o audiovisual, Gabriel Portella, emendou a fala de Belém ressaltando os avanços alcançados pela cidade de Belo Horizonte (MG), onde atuou uma vez que secretário adstrito de Cultura. No município, ele coordenou a implantação do programa de desenvolvimento do audiovisual, chamado BH nas Telas, muito uma vez que a geração da Film Commission lugar.
“Nos últimos 10 anos estive em diferentes esferas de governo e principalmente na extensão das políticas para audiovisual. Tenho escoltado algumas Film Commissions nos diferentes estados e até ajudado muitas delas em seus primeiros passos. Posso manifestar seguramente que é uma iniciativa de reles investimento inicial e que rapidamente gera resultados de basta impacto”, assegurou Portella.
Para o profissional, o sucesso de uma Film Commission depende de comprometimento e pronunciação interna por secção da governo pública. “É necessária uma mobilização dos diferentes órgãos para se gerar um envolvente favorável às filmagens nos territórios. Se não houver um comprometimento, é muito difícil que o projeto sobreviva”. Gabriel Portella também ressaltou a relevância da existência de uma equipe, ainda que pequena, dedicada exclusivamente à organização.
Portella destacou os números alcançados pela organização mineira. “Hoje a Belo Horizonte Film Commission completa quatro anos em atividade. Tivemos nesse período o propagação de 94% do número de filmagens autorizadas, além de mais de 1.150 diárias empenhadas. Alcançamos uma média de duas produções por dia, o que não existia antes. Vimos que depois dessa geração, várias produtoras, inclusive as de fora, começaram a provar interesse pela cidade”, pontuou.
Quanto ao impacto econômico, o profissional em políticas públicas para o audiovisual ressaltou que nos últimos quatro anos foram movimentados quase R$ 90 milhões, além da geração de 13 milénio postos de trabalho somente na capital de Minas Gerais. “Todos esses resultados foram obtidos pela valorização do setor. Com isso, podemos manifestar que uma Film Commission em Goiás, que já conta com um ecossistema e produções muito relevantes, certamente cairia muito muito”, encerrou.
